Sejamos honestos: o fato de eu estar destilando mau humor não é atípico nem digno de nota. Mas hoje está especial. E eu vou dizer o motivo.
Acordei, dormi de novo, o despertador tocou de novo, quis ignorá-lo com todas as minhas forças, mas ele me venceu pelo cansaço. Xinguei a vida, levantei, me arrumei e cheguei na porta do prédio. O que me esperava lá fora? Um enorme, radiante, incrivelmente quente e insuportável SOL. Não, não era possível. Por que comigo, meu deus? Não entendo quem ama o verão. Sério, não consigo compreender. Vamos analisar os fatos?
1) No verão, tem SOL.
2) Se tem sol, tem CALOR.
3) Se tem calor, tem SUOR.
4) Se tem suor, tem gente MELEQUENTA.
Não vou entrar no mérito das praias. Não, não vou. Só uma pincelada, talvez: praia, calor, suor, areia mijada, criança infernais correndo, crianças infernais fazendo castelinhos de areia à beira mar, água suja, fria, gordos escrotos que te comem com os olhos, gordas escrotas que te matam com os olhos. Piriguetes, muitas piriguetes. Eu acho praia um show de horrores.
Eu acho que se deus existe, ele até foi justo numa coisa: encaixar o verão com todas as festas mais insuportáveis do planeta. Já pensou em passar pelo verão e quando você está novamente sorrindo por sentir frio, tem carnaval, natal, ano novo? Não, seria maldade demais com a raça humana. Além de eu ter que passar pelo verão, com seu calor insuportável, natal em família, ouvindo Simone cantando "então é natal, o que você fez, mimimi", ano novo em família NA PRAIA e o carnaval em família na praia com gordos escrotos que te comem com os olhos elevados à décima potência, no meio disso tudo tem o meu aniversário.
Eu acho que usei a mesma lógica que deus usou ao encaixar as festas com o verão. Se é pra ser, que seja agora. Nasce no meio da muvuca, acaba com essa palhaçada de uma vez. Tá certo, nunca tive festa de aniversário com os amiguinhos e ganho um presente só de natal e aniversário, mas eu ACABO COM A PALHAÇADA TODA DE UMA VEZ. Já dizia o poeta: "Cada escolha, uma renúncia e essa é a vida"
Quando eu penso no verão, sinto arrepios. É sério. Meu inferno astral começa em novembro, junto com o horário de verão e só termina em abril, quando a TV para de reprisar os melhores momentos de todos os programas que existem na grade.
Inferno.
(post dedicado à minha amiga Michele, que também nutre todos esses sentimentos)
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
De uma vez por todas
Sim, eu estive relutante em falar a respeito do final de tudo. Não sei porquê. Talvez achasse que seria precipitado, ou achasse que tem volta, enfim. Hoje talvez seja o momento.
Pessoas entram na sua vida. E acho que com a mesma facilidade que entram, podem sair. Não se deve dramatizar isso, é apenas a ordem natural das coisas. Já chorei muito por pessoas, amigos, ex-namorados, mas vejo que hoje, por mais que doa, não se deve ficar endeusando a dor. Planos desfeitos, sonhos que não vão mais se realizar (pelo menos não com aquela pessoa ao lado), juras de amor eterno que só foram eternas enquanto duraram... isso é normal. Toda pessoa apaixonada faz isso.
Não sei nem vou tentar definir o que é amar. Só tenho uma opinião, talhada em pedra, a respeito de relacionamentos: quando o stress e as brigas começam a sobressair mais que o prazer de estar na companhia do outro, é hora de rever tudo. Pra que ficar com alguém que você briga, discute? Não tem lógica. Pra que segurar uma relação que já teve seu prazo de validade expirado? Não faz sentido. Comodismo? Talvez. Medo da solidão? Pode ser.
Nunca tive problemas em estar solteira, tanto porque me dou muito bem comigo mesma. Não preciso de alguém pra ser feliz. Esse alguém pode ser parte da minha felicidade, mas não ela toda. Ah!, outra coisa: não dou murro em ponta de faca. Não adianta você querer e ouvir promessas: a pessoa não vai mudar. Se não mudou por ela mesma, não seja prepotente de achar que mudará por você. As pessoas podem se moldar, mas mudar, nunca.
Quem sabe, meu pai esteja certo: vou morrer solteira. Honestamente, não me importo, nunca fez o meu estilo querer casar, ter filhos e cuidar de casa. Mas, de uma coisa eu tenho certeza: posso até continuar solteira por algum tempo, mas pelo menos, nunca vou me perder de mim. Sei o que quero, o que gosto e onde quero chegar. Quer me acompanhar? Ok. Mas caminhe do meu lado, nunca atrás de mim.
Pessoas entram na sua vida. E acho que com a mesma facilidade que entram, podem sair. Não se deve dramatizar isso, é apenas a ordem natural das coisas. Já chorei muito por pessoas, amigos, ex-namorados, mas vejo que hoje, por mais que doa, não se deve ficar endeusando a dor. Planos desfeitos, sonhos que não vão mais se realizar (pelo menos não com aquela pessoa ao lado), juras de amor eterno que só foram eternas enquanto duraram... isso é normal. Toda pessoa apaixonada faz isso.
Não sei nem vou tentar definir o que é amar. Só tenho uma opinião, talhada em pedra, a respeito de relacionamentos: quando o stress e as brigas começam a sobressair mais que o prazer de estar na companhia do outro, é hora de rever tudo. Pra que ficar com alguém que você briga, discute? Não tem lógica. Pra que segurar uma relação que já teve seu prazo de validade expirado? Não faz sentido. Comodismo? Talvez. Medo da solidão? Pode ser.
Nunca tive problemas em estar solteira, tanto porque me dou muito bem comigo mesma. Não preciso de alguém pra ser feliz. Esse alguém pode ser parte da minha felicidade, mas não ela toda. Ah!, outra coisa: não dou murro em ponta de faca. Não adianta você querer e ouvir promessas: a pessoa não vai mudar. Se não mudou por ela mesma, não seja prepotente de achar que mudará por você. As pessoas podem se moldar, mas mudar, nunca.
Quem sabe, meu pai esteja certo: vou morrer solteira. Honestamente, não me importo, nunca fez o meu estilo querer casar, ter filhos e cuidar de casa. Mas, de uma coisa eu tenho certeza: posso até continuar solteira por algum tempo, mas pelo menos, nunca vou me perder de mim. Sei o que quero, o que gosto e onde quero chegar. Quer me acompanhar? Ok. Mas caminhe do meu lado, nunca atrás de mim.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Faça, mas faça de coração.
Tem gente que diz que eu pareço ser grossa, ríspida e que durante meu parto, junto com a placenta, foi-se embora o filtro que fica entre o cérebro e a boca. Isso é verdade. Sempre achei que a sinceridade é a melhor saída. Vide alguns exemplos:
Amiga: Minha maquiagem tá boa?
Eu: Não, tá parecendo o Bozo.
Pessoa na rua: Oi, lembra de mim?
Eu: Não.
Mas não é disso que eu quero falar. Quero falar que mesmo sendo uma pessoa que não tem muito senso de politicagem, eu tenho um bom coração. Sério. Tenho mesmo. Meu coração é tão bom que, às vezes, sou boba.
Uma vez eu tentava evitar isso, mas não dá, eu sou uma fofolete. Tá, não sejamos tão drásticos. O que eu quero dizer é que eu normalmente não me importo com as pessoas, mas os poucos amigos que eu tenho, que acho serem merecedores da minha amizade, conseguem tudo de mim. Menos dinheiro, claro. Eu faço de tudo pra ajudar, me desdobro em duas pra fazer o que me pedem, estendo a mão e abro a porta da minha casa.
Mas, nem sempre as pessoas são legais com você. Nem sempre correpondem às expectativas. Nem sempre, ou melhor, quase nunca. Sabe o segredo que a Michele me ensinou e eu aprendi e sigo à risca? Quando a gente faz algo de coração, não espera retorno. E isso é a mais pura e simples verdade. Comecei a não esperar consideração, respeito, muito menos lealdade das pessoas. Tudo fica mais fácil quando se pensa assim.
Amiga: Minha maquiagem tá boa?
Eu: Não, tá parecendo o Bozo.
Pessoa na rua: Oi, lembra de mim?
Eu: Não.
Mas não é disso que eu quero falar. Quero falar que mesmo sendo uma pessoa que não tem muito senso de politicagem, eu tenho um bom coração. Sério. Tenho mesmo. Meu coração é tão bom que, às vezes, sou boba.
Uma vez eu tentava evitar isso, mas não dá, eu sou uma fofolete. Tá, não sejamos tão drásticos. O que eu quero dizer é que eu normalmente não me importo com as pessoas, mas os poucos amigos que eu tenho, que acho serem merecedores da minha amizade, conseguem tudo de mim. Menos dinheiro, claro. Eu faço de tudo pra ajudar, me desdobro em duas pra fazer o que me pedem, estendo a mão e abro a porta da minha casa.
Mas, nem sempre as pessoas são legais com você. Nem sempre correpondem às expectativas. Nem sempre, ou melhor, quase nunca. Sabe o segredo que a Michele me ensinou e eu aprendi e sigo à risca? Quando a gente faz algo de coração, não espera retorno. E isso é a mais pura e simples verdade. Comecei a não esperar consideração, respeito, muito menos lealdade das pessoas. Tudo fica mais fácil quando se pensa assim.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
De volta. Ou não.
Olá, anjinhos, como vocês estão? Andaram pegando no meu pé porque andei abandonando o blog. Como se fosse só sentar, ligar o computador e escrever!
Como eu não tenho (absolutamente) nada de relevante pra postar, falarei imbecilidades (nossa, que novidade!):
- acho que tenho dislexia. De uma forma moderada, mas tenho. Hoje mesmo, fui escrever a palavra "osteoporose" e consegui escrever "osteropose" 7 vezes. Além de estar comendo sílabas de forma nunca vista antes. Eu deveria postar sem revisar, para vocês terem ideia da gravidade da coisa.
- estou começando a considerar a ideia de que eu sou um gênio. Ou sou muito susceptível à possessões. Só assim eu consigo explicar o fato de me sair bem nas provas sem estudar ou comparecer às aulas.
- além de gênio ou possuída, tenho o corpo fechado. Ninguém que leva a vida que eu levo (bebe, fuma, come porcaria, não faz atividade física e é ranzinza), consegue ter uma saúde impecável como a minha. Galera que apostou que eu infartava antes dos 30, mals aí, i will survive.
- além de gênio ou possuída e descendente do Highlander, ando tão calma que eu não pareço eu. Ok, vai ter gente que vai discordar, dizendo que meu humor anda tão ácido que parece que eu durmo com o Hugh Laurie, mas ninguém pode negar que a Pollyanna está fazendo de mim uma pessoa melhor.
- ando pensando em anomalias, ultimamente. Ao perguntar para minha mãe se ela criaria um filho deformado, ela me diz que cria eu e meu irmão, portanto, uma aberração a mais, uma aberração a menos, tudo bem. Acho que ela deveria começar a considerar o fato de que, em alguns anos, ela vai estar fraca e debilitada e será submetida às minhas vontades e escolha de asilo.
- não tenho muitos talentos. Mas sei fazer ôla com a barriga e língua de canoinha (sabia que existe um gene só pra determinar isso? Me poupe, Darwin!). Só que o Guilherme, aqui da agência, também faz ôla com a barriga, sendo que ele consegue tremer ela de forma semelhante à Carla Perez quando fazia 'tchan, tchan, tchan, tchan, tchan'. Preciso me aprimorar, não posso ficar estagnada. Vou filmar a barriga dele qualquer dia desses pra provar como é legal e invejável tremer a barriga daquele jeito.
- preciso terminar de começar minha monografia. Alguém aí poderia me ajudar a escrever sobre "A publicidade voltada ao homossexual na mídia impressa", né? Um pacote de balas 7 Belo pra quem se habilitar.
Viram como minha vida é chata, sem graça e desprovida de adrenalina e/ou serotonina? Não sei quando vou conseguir postar normalmente (!?) outra vez. Um beijo de esquimó pra vocês, anjinhos. Sendo vocês fantasmas ou não. :D
Como eu não tenho (absolutamente) nada de relevante pra postar, falarei imbecilidades (nossa, que novidade!):
- acho que tenho dislexia. De uma forma moderada, mas tenho. Hoje mesmo, fui escrever a palavra "osteoporose" e consegui escrever "osteropose" 7 vezes. Além de estar comendo sílabas de forma nunca vista antes. Eu deveria postar sem revisar, para vocês terem ideia da gravidade da coisa.
- estou começando a considerar a ideia de que eu sou um gênio. Ou sou muito susceptível à possessões. Só assim eu consigo explicar o fato de me sair bem nas provas sem estudar ou comparecer às aulas.
- além de gênio ou possuída, tenho o corpo fechado. Ninguém que leva a vida que eu levo (bebe, fuma, come porcaria, não faz atividade física e é ranzinza), consegue ter uma saúde impecável como a minha. Galera que apostou que eu infartava antes dos 30, mals aí, i will survive.
- além de gênio ou possuída e descendente do Highlander, ando tão calma que eu não pareço eu. Ok, vai ter gente que vai discordar, dizendo que meu humor anda tão ácido que parece que eu durmo com o Hugh Laurie, mas ninguém pode negar que a Pollyanna está fazendo de mim uma pessoa melhor.
- ando pensando em anomalias, ultimamente. Ao perguntar para minha mãe se ela criaria um filho deformado, ela me diz que cria eu e meu irmão, portanto, uma aberração a mais, uma aberração a menos, tudo bem. Acho que ela deveria começar a considerar o fato de que, em alguns anos, ela vai estar fraca e debilitada e será submetida às minhas vontades e escolha de asilo.
- não tenho muitos talentos. Mas sei fazer ôla com a barriga e língua de canoinha (sabia que existe um gene só pra determinar isso? Me poupe, Darwin!). Só que o Guilherme, aqui da agência, também faz ôla com a barriga, sendo que ele consegue tremer ela de forma semelhante à Carla Perez quando fazia 'tchan, tchan, tchan, tchan, tchan'. Preciso me aprimorar, não posso ficar estagnada. Vou filmar a barriga dele qualquer dia desses pra provar como é legal e invejável tremer a barriga daquele jeito.
- preciso terminar de começar minha monografia. Alguém aí poderia me ajudar a escrever sobre "A publicidade voltada ao homossexual na mídia impressa", né? Um pacote de balas 7 Belo pra quem se habilitar.
Viram como minha vida é chata, sem graça e desprovida de adrenalina e/ou serotonina? Não sei quando vou conseguir postar normalmente (!?) outra vez. Um beijo de esquimó pra vocês, anjinhos. Sendo vocês fantasmas ou não. :D
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Eu não gosto de intelectuais
Adoro gente inteligente, estar cercada de gente que tem opiniões, que sabe dizer do que gosta e do que não gosta, que tem algo a acrescentar. Mas se tem algo nessa vida que eu não suporto é intelectual. Não, não estou falando em gente que tem foto com óculos de aros grossos no Orkut, que usa cachecol xadrez em pleno setembro e bebe um cafezinho expresso comentando o último filme iraniano do momento. Essas pessoas simplesmente são ignoradas por mim.
Intelectuais me irritam profundamente. A diferença do inteligente pro intelectual, é que o inteligente está aberto a novos pontos de vista. O intelectual é dono de verdades absolutas. O inteligente é aquele que lê Paulo Coelho pra poder dizer se gosta ou não. O intelectual diz, com todas as letras, que isso é leitura de gente burra. O inteligente assiste aos filminhos comerciais que infestam as salas de cinema, pois assim e só assim, poderá falar mal. O intelectual diz se é bom ou não pelo diretor ou por um crítico de cinema que não faz sexo há 7 anos.
Não gosto de verdades absolutas, do óbvio, do técnico. Gosto de conhecer, de aprender, mesmo que seja com Paulo Coelho, com Dan Brown ou com Ben Stiller. Tudo é válido, tudo ensina. Gostaria muito que vários intelectuais, donos dos conhecimentos universais e únicos conhecedores do que é arte, tivessem a capacidade de poder mastigar e só aí digerir e formar a sua opinião. Não que o conhecimento que eles tanto se orgulham fosse empurrado goela abaixo como se alimenta um ganso no período de engorda.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Querido diário...
...eu odeio muito ser mulher. É sério. Uma vez, diário, eu perguntei a um travesti porque ele queria ser mulher. Sabe o que ele me respondeu? Diz que o mundo feminino é "fascinante". Só que:
- eu não acho fascinante ficar menstruada;
- eu não acho fascinante fazer as unhas com alguém cutucando tua cutícula com um alicate afiado que, normalmente, te machuca;
- eu não acho fascinante usar salto alto e ficar com os pés e panturrilhas doloridos;
- eu não acho fascinante exercer a mesma função de um homem, com qualidade semelhante ou até superior e vê-lo ganhar o dobro no quinto dia útil do mês;
- não acho fascinante ser taxada de vagabunda por ficar bêbada;
- não acho fascinante trabalhar num ambiente com vários homens, mas por eu ser mulher, ser a responsável por lavar as xícaras
- não acho fascinante ser chamada de burra quando pego o carro. Sendo que, como eu dirijo bem, sou chamada de caminhoneira.
- não gosto de ter que dormir de cabelo amarrado com medo de que ele crie vida no meio da noite e peça independência pela manhã;
- não gosto de papo de mulher;
- não acho nada legal ter que combinar as roupas;
- não gosto de me maquiar pra sair;
- não acho nada legal ter TPM e cólicas;
É, querido diário, eu poderia ficar aqui até amanhã listando coisas que me fazem odiar o fato de ser mulher. Mas tem algo que eu odeio ainda mais que o fato de ser mulher: outras mulheres. Ah!, como mulher é chata. Pouquíssimas as exceções e tenho a sorte de me rodear delas. Porque, desculpa, mas a minha vida NÃO gira em torno da sua 'escova marroquina de chocolate dos alpes suíços' nem da balada de sexta que você sai no tapa com outras pra conseguir. Mulher é chata, mulher é fútil. Graças ao bom deus existem as que fogem do padrão.
Bom, querido diarinho, vou escutar a nova música que baixei. Ela diz, mais ou menos, o seguinte: "Fuck you, fuck very very muuuuuuuch".
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Hoje é dia de figurinhas!
Eu ando meio sem ter o que falar ultimamente e acordei sem muita vontade de escrever, portanto, vou botar vocês pra verem figurinhas! Olha como eu sou legal, selecionei três seções de fotos e desenhos de artistas diferentes, todos com um mesmo tema: as princesas da Disney.
De uns tempos pra cá, tenho notado a grande fissura que vários artistas e fotógrafos tem mostrado pelas princesas, só que o mais legal: um lado que imaginávamos. Algumas dessas fotos acabam, finalmente, com as nossas percepções das lindas e intocáveis princesas, principalmente, o ensaio feito pela fotógrafa Dina Goldstein. Mas eu vou começar pelo mais bonitinho.
Annie Leibovitz:
A fotógrafa fez um ensaio com váriasotários celebridades, vestidas como personagens dos clássicos da Disney. Alguns ficaram meio fora de contexto, mas a direção de arte e o resultado final ficaram ótimos.
De uns tempos pra cá, tenho notado a grande fissura que vários artistas e fotógrafos tem mostrado pelas princesas, só que o mais legal: um lado que imaginávamos. Algumas dessas fotos acabam, finalmente, com as nossas percepções das lindas e intocáveis princesas, principalmente, o ensaio feito pela fotógrafa Dina Goldstein. Mas eu vou começar pelo mais bonitinho.
Annie Leibovitz:
A fotógrafa fez um ensaio com várias
David Beckham como Príncipe Phillip, de A Bela Adormecida
Gisele Bündchen como Wendy, de Peter Pan
Jennifer Lopez e Marc Anthony, como Jasmine e Aladdin
Jessica Biel como Pocahontas
Julie Andrews como a Fada Azul
Beyoncé, Alice no País das Maravilhas (ahn?)
Michael Phelps e Julianne Moore, A pequena Sereia
Rachel Wiesz (who?), A Branca de Neve
Roger Federer (oi?), O Rei Artur
Whoopi Goldberg, como o Gênio de Aladdin (gostava quando ele era azul)
Zac Gay Efron e Vanessa Peladona Hudgens, A Bela Adormecida
Scarlett Johansson como Cinderela (filha, vira modelo, porque atriz tá difícil. Fikdik)
Dina Goldstein:
Este é o meu favorito. Ela fez um ensaio intitulado 'Fallen Princesses' onde mostra o que, provavelmente, aconteceu com todas as princesas depois do 'e foram felizes para sempre'. Sempre se baseando nos problemas enfrentados pelas mulheres de hoje, o ensaio é divertido e realista.
Bela, de A Bela e a Fera, com um botoxzinho básico
O príncipe só quer saber de cerveja e fazer filhos.
Rapunzel perdeu os cabelos por causa do monografia câncer
Bela Adormecida hoje enche a cara de Rivotril
Cinderela hoje enche a cara de cachaça mesmo
Jasmine largou Aladdin e virou guerrilheira
James McTeigue:
Com desenhos inspirados nas princesas mas com traços de mangá, ele retrata a versão sombria das personagens. Não sei a data dos desenhos, mas a Branca de Neve é o plano de fundo do meu celular.
Alice no País das Maravilhas
A Pequena Sereia
A Bela e a Fera
A Bela Adormecida
A Branca de Neve
Cinderela
Jane (Tarzan)
Jasmine (Aladdin)
Mulan
Nala (O Rei Leão)
Pocahontas
Então, é isso. Por favor, isso deu trabalho pra fazer portanto, diga que ficou legal, ok?
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