Não, o genocídio não ressurgiu das trevas. Só que eu tenho escrito tantos anúncios, tantos spots, tantos VT's, que me deu vontade de escrever mais ainda, mas algo que não tenha a ver com publicidade e tenha mais de 140 caracteres.
Se uma coisa que eu posso ter certeza na vida é: eu soube escolher o que fazer. Não há nada no mundo que pague você acordar (mesmo que seja às 5:30 da manhã) e sair de casa pra fazer o que gosta. E ganhar dinheiro com isso (mesmo que seja pouco). Gosto de estar com gente criativa, em ambientes criativos e fazer coisas criativas.
Muita coisa mudou desde a formatura, mas eu tenho sentido falta dos meus amigos. Nossa, como eles me fazem falta. Sinto saudade dos sábados preguiçosos, cozinhando, bebendo, rindo e chorando com eles. Infelizmente, não temos podido estar juntos por agora, afinal, mudei de cidade e o cansaço do dia-a-dia consome qualquer um. Mas tenho urgência em reverter isso. Ou vou pirar.
That's all folks.
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
A vocês.
Eu poderia citar nomes, elencar os personagens, espalhar seus nomes, rostos, qualidades por este post. Mas não farei isso, não preciso expô-los para que saibam que cada palavra que aqui escrevo se refere a eles.
Muitas vezes, nos enganamos com as pessoas e não culpo ninguém por isso. Sim, pode ser que você seja bobo, mas... quem nunca se enganou? Quem nunca teve uma pessoa que nos seduziu por um sorriso, por um ombro "amigo" na hora certa? Depois percebemos que os minutos de companheirismo não compensam a decepção.
Só não podemos negar que existem pessoas que entram na nossa vida e não saem mais. Não existe distância, tempo, empecilho: amizade de verdade é atemporal. Amizade, dentre todas as relações humanas, pode ir do céu ao inferno em segundos, pode ser a mais verdadeira ou a mais falsa. Só que nada supera, em inocência, em sinceridade, o amor de amigo. É um amor que não se pede, que não é imposto. Você apenas sente.
É um amor que você escolheu dar a alguém, você escolheu estar do lado da pessoa. Ninguém lhe obrigou a isso, seja por protocolo, seja por genética. Você apenas escolheu se doar a alguém da maneira mais bonita que existe: sendo amigo. Respeitando diferenças, puxando a orelha quando deve, rindo, aprontando, bebendo e chorando. Você não precisa se importar com o que aquela pessoa vai pensar se um dia você desabar. Lembre-se: ela te conhece, te respeita e escolheu isso. Escolheu segurar sua mão e enxugar suas lágrimas.
À essas pessoas, hoje sem nome, sem rosto e sem qualidades citadas aqui, só tenho algo a dizer: Obrigada por tudo. Por cada vez que ficamos sem fazer nada aos domingos, por cada bebedeira que um impediu o outro de fazer besteira, por cada vez que fizemos um do outro de chão para segurar nossos passos. Obrigada por estarem comigo.
Muitas vezes, nos enganamos com as pessoas e não culpo ninguém por isso. Sim, pode ser que você seja bobo, mas... quem nunca se enganou? Quem nunca teve uma pessoa que nos seduziu por um sorriso, por um ombro "amigo" na hora certa? Depois percebemos que os minutos de companheirismo não compensam a decepção.
Só não podemos negar que existem pessoas que entram na nossa vida e não saem mais. Não existe distância, tempo, empecilho: amizade de verdade é atemporal. Amizade, dentre todas as relações humanas, pode ir do céu ao inferno em segundos, pode ser a mais verdadeira ou a mais falsa. Só que nada supera, em inocência, em sinceridade, o amor de amigo. É um amor que não se pede, que não é imposto. Você apenas sente.
É um amor que você escolheu dar a alguém, você escolheu estar do lado da pessoa. Ninguém lhe obrigou a isso, seja por protocolo, seja por genética. Você apenas escolheu se doar a alguém da maneira mais bonita que existe: sendo amigo. Respeitando diferenças, puxando a orelha quando deve, rindo, aprontando, bebendo e chorando. Você não precisa se importar com o que aquela pessoa vai pensar se um dia você desabar. Lembre-se: ela te conhece, te respeita e escolheu isso. Escolheu segurar sua mão e enxugar suas lágrimas.
À essas pessoas, hoje sem nome, sem rosto e sem qualidades citadas aqui, só tenho algo a dizer: Obrigada por tudo. Por cada vez que ficamos sem fazer nada aos domingos, por cada bebedeira que um impediu o outro de fazer besteira, por cada vez que fizemos um do outro de chão para segurar nossos passos. Obrigada por estarem comigo.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Quer ser meu amigo?
Ok, vou analisar o seu caso.
Mas nunca, jamais, tente tomar decisões por mim.
Querer saber meus motivos.
Manipular minhas vontades ou me subestimar.
Nunca, nunca mesmo, tente pensar por mim.
Não me peça explicações, satisfações ou questione o que eu decidi.
Me aceite como eu sou e nunca reclame do meu mau humor.
Quem sabe assim, poderemos tomar um Martini.
Mas nunca, jamais, tente tomar decisões por mim.
Querer saber meus motivos.
Manipular minhas vontades ou me subestimar.
Nunca, nunca mesmo, tente pensar por mim.
Não me peça explicações, satisfações ou questione o que eu decidi.
Me aceite como eu sou e nunca reclame do meu mau humor.
Quem sabe assim, poderemos tomar um Martini.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Faça, mas faça de coração.
Tem gente que diz que eu pareço ser grossa, ríspida e que durante meu parto, junto com a placenta, foi-se embora o filtro que fica entre o cérebro e a boca. Isso é verdade. Sempre achei que a sinceridade é a melhor saída. Vide alguns exemplos:
Amiga: Minha maquiagem tá boa?
Eu: Não, tá parecendo o Bozo.
Pessoa na rua: Oi, lembra de mim?
Eu: Não.
Mas não é disso que eu quero falar. Quero falar que mesmo sendo uma pessoa que não tem muito senso de politicagem, eu tenho um bom coração. Sério. Tenho mesmo. Meu coração é tão bom que, às vezes, sou boba.
Uma vez eu tentava evitar isso, mas não dá, eu sou uma fofolete. Tá, não sejamos tão drásticos. O que eu quero dizer é que eu normalmente não me importo com as pessoas, mas os poucos amigos que eu tenho, que acho serem merecedores da minha amizade, conseguem tudo de mim. Menos dinheiro, claro. Eu faço de tudo pra ajudar, me desdobro em duas pra fazer o que me pedem, estendo a mão e abro a porta da minha casa.
Mas, nem sempre as pessoas são legais com você. Nem sempre correpondem às expectativas. Nem sempre, ou melhor, quase nunca. Sabe o segredo que a Michele me ensinou e eu aprendi e sigo à risca? Quando a gente faz algo de coração, não espera retorno. E isso é a mais pura e simples verdade. Comecei a não esperar consideração, respeito, muito menos lealdade das pessoas. Tudo fica mais fácil quando se pensa assim.
Amiga: Minha maquiagem tá boa?
Eu: Não, tá parecendo o Bozo.
Pessoa na rua: Oi, lembra de mim?
Eu: Não.
Mas não é disso que eu quero falar. Quero falar que mesmo sendo uma pessoa que não tem muito senso de politicagem, eu tenho um bom coração. Sério. Tenho mesmo. Meu coração é tão bom que, às vezes, sou boba.
Uma vez eu tentava evitar isso, mas não dá, eu sou uma fofolete. Tá, não sejamos tão drásticos. O que eu quero dizer é que eu normalmente não me importo com as pessoas, mas os poucos amigos que eu tenho, que acho serem merecedores da minha amizade, conseguem tudo de mim. Menos dinheiro, claro. Eu faço de tudo pra ajudar, me desdobro em duas pra fazer o que me pedem, estendo a mão e abro a porta da minha casa.
Mas, nem sempre as pessoas são legais com você. Nem sempre correpondem às expectativas. Nem sempre, ou melhor, quase nunca. Sabe o segredo que a Michele me ensinou e eu aprendi e sigo à risca? Quando a gente faz algo de coração, não espera retorno. E isso é a mais pura e simples verdade. Comecei a não esperar consideração, respeito, muito menos lealdade das pessoas. Tudo fica mais fácil quando se pensa assim.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Gato dramático que se boicota

Até hoje de manhã eu era um gato dramático que se boicotava. Eu me jogava de barriga pra cima, resmungava e pedia ajuda aos deuses. Isso não é bom e dá dor nas costas.
Hoje, eu vi que a única responsável por tanta incomodação da minha vida sou eu. Eu me boicoto o tempo todo. Eu procuro motivos para deixar de fazer coisas que poderiam me deixar feliz.
Ontem mesmo eu terminei meu namoro por não saber se ele passaria ou não no vestibular. Sendo que quem vai fazer o vestibular é ele e é só em dezembro. Porque me estressar com isso agora? Pra que ficar me perguntando o que vai ser de mim, da carreira, dos estudos, no ano que vem? Ué, ano que vem eu vou saber!
Enfim, hoje eu decidi parar de me boicotar, afinal de contas, tenho só 21 anos, caramba! Tenho mais mesmo é que dirigir bêbada, fazer sexo sem proteção com desconhecidos, assaltar uma igreja (ops!, o Edir Macedo já fez isso), espancar um velhinho na rua... coisas que todo jovem normal e saudável deve fazer.
Tá, desconsidera esses itens. Não vou fazer nada disso. Só vou parar de me boicotar mesmo.
Para encerrar este lindo post de hoje, publico aqui a linda ode à monografia escrita por Michele Ayres:
Ode ao que se fode
Eu queria começar
Voce sabe o que
Mas não vejo razão
nem motivo, nem por que
Toda noite eu penso
Naquilo que não se deve dizer
Choro, pego um lenço
O que eu posso fazer?
Ode ao que se fode
Monografia filha da puta
Não me enche o saco
Vai pra puta que pariu.
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segunda-feira, 29 de junho de 2009
Para ela.
Eu nem lembro como foi, pra ser honesta. Só lembro que ela era alguém que eu achava bonita e só. Juro que pensei: “Só mais um rostinho bonito sem nada dentro”. Mas o tempo provou o contrário. Todos os “contrários” que poderiam haver.
Não, ela não era apenas um rostinho bonito. Ali dentro existia uma pessoa com sonhos, desilusões, objetivos e alguns desvios de rota. A aproximação eu não lembro como foi, mas lembro que já não conseguia mais passar as noites sem saber como havia sido seu dia.
Ela sempre foi tudo que eu precisei, me deu a mão quando eu precisava, ria das minhas besteiras (e eu das dela). Éramos amigas, confidentes, irmãs. Ela era a única que tinha a chave que poderia abrir o baú secreto que havia dentro de mim. Com ela eu não tinha medo. Nunca tive.
O tempo mostrou que existem certas pessoas que entram na nossa vida (muitas vezes sem pedir licença) e não conseguem sair. Ou nós que não queremos deixar, não sei. Só sei que existem pedaços de alma que se completam. Por mais distância que exista, por mais que as conversas já não sejam tão longas, não dá pra viver sem ela. É como se faltasse um pedaço de mim.
Não vou mentir: sinto ciúmes de quem a tem por perto. Que pode abraçá-la quando precisa, que pode olhá-la nos olhos quando precisa dizer palavras duras, que pode segurar em suas mãos quando tem que aconselhá-la. Sem contar que ela é rhyca e phyna.
Ainda vamos bater cabelo no James. Eu prometo, metadinha.
Não, ela não era apenas um rostinho bonito. Ali dentro existia uma pessoa com sonhos, desilusões, objetivos e alguns desvios de rota. A aproximação eu não lembro como foi, mas lembro que já não conseguia mais passar as noites sem saber como havia sido seu dia.
Ela sempre foi tudo que eu precisei, me deu a mão quando eu precisava, ria das minhas besteiras (e eu das dela). Éramos amigas, confidentes, irmãs. Ela era a única que tinha a chave que poderia abrir o baú secreto que havia dentro de mim. Com ela eu não tinha medo. Nunca tive.
O tempo mostrou que existem certas pessoas que entram na nossa vida (muitas vezes sem pedir licença) e não conseguem sair. Ou nós que não queremos deixar, não sei. Só sei que existem pedaços de alma que se completam. Por mais distância que exista, por mais que as conversas já não sejam tão longas, não dá pra viver sem ela. É como se faltasse um pedaço de mim.
Não vou mentir: sinto ciúmes de quem a tem por perto. Que pode abraçá-la quando precisa, que pode olhá-la nos olhos quando precisa dizer palavras duras, que pode segurar em suas mãos quando tem que aconselhá-la. Sem contar que ela é rhyca e phyna.
Ainda vamos bater cabelo no James. Eu prometo, metadinha.
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